CAS/IPB - Conselho de Ação Social

A Responsabilidade Social do Cristão

A Responsabilidade Social do Cristão - Ética cristã.


Palavra Introdutória

Levítico 19:9-10: “Quando fizerem a colheita da sua terra, não colham até às extremidades da sua lavoura, nem ajuntem as espigas caídas de sua colheita. Não passem duas vezes pela sua vinha, nem apanhem as uvas que tiverem caído. Deixem-nas para o necessitado e para o estrangeiro. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.

Êxodo 22:21-24: “Não prejudiquem as viúvas nem os órfãos; porque se o fizerem, e eles clamarem a mim, eu certamente atenderei ao seu clamor. Com grande ira matarei vocês à espada; suas mulheres ficarão viúvas e seus filhos, órfãos.

Introdução:  Como sabemos a bíblia nos ensina que a fé sem obras ela é morta.  Assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé sem obras está morta. Tiago 2:26. Por outro lado, devemos tomar um certo tipo de cuidado em relação a fazer a obra, então descobrimos que tem que existir um equilíbrio em fazer a obra individualmente e ou coletivamente, pra que não aja exageros e nem má fé. Desde sempre somos solicitados a sermos solidários com os pobres, e sempre estarmos prontos a ajudar sem ver a quem, a causa dos pobres nas escrituras sempre foi um dos principais focos a serem praticados, tanto no antigo como no novo testamento. Podemos observar em Êxodo 22:21-24 que o Senhor Deus diz de maneira bem clara e objetiva a seguinte frase “e eles clamarem a mim, eu certamente atenderei ao seu clamor”, tamanha é a preocupação de Deus com os menos favorecidos. Antes de começar a falar sobre a nossa responsabilidade social eu colocarei abaixo o fato que outros seguimentos da sociedade também têm se preocupado com o Social mesmo que essas ajudas tenham um interesse socioeconômico.

No livro “História dos Hebreus Responsabilidade Social No Antigo Testamento” É descrito no antigo testamento algumas leis especificas para que o povo de Deus observasse sobre essa responsabilidade social em estar ajudando os pobres, vejamos alguns versículos que nos ensina sobre esse assunto: “Não perverta o direito dos pobres em seus processos. Êxodo 23:6
Os ricos não contribuirão com mais, nem os pobres darão menos que seis gramas, quando apresentarem a oferta ao Senhor como propiciação por suas vidas. Êxodo 30:15. “Não cometam injustiça num julgamento; não favoreçam os pobres, nem procurem agradar os grandes, mas julguem o seu próximo com justiça. Levítico 19:15

Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11 Assim, não deverá haver pobre algum no meio de vocês, pois na terra que o Senhor, o seu Deus, lhes está dando como herança para que dela tomem posse, ele os abençoará ricamente, Deuteronômio 15:4

Alimento para o pobre: Na lei da colheita a ordem era que se deixasse de colher o que se havia caído nos cantos das plantações e nem que se passassem uma segunda limpeza no terreno para que os pobres pudessem catar o que se havia caído. Um exemplo claro da aplicação dessa lei foi o que aconteceu na história descrita no livro de Rute, observem: Antes de aplicar a Lei da Respiga ou espigas.

A fome: Na época dos juízes houve fome na terra. Um homem de Belém de Judá, com a mulher e os dois filhos, foi viver por algum tempo nas terras de Moabe.Rute 1:1.

O Marido de Noemi morreu. Morreu Elimeleque, marido de Noemi, e ela ficou sozinha, com seus dois filhos.Rute 1:3.

Os Filhos Morreram: Morreram também Malom e Quiliom, e Noemi ficou sozinha, sem os dois filhos e o seu marido.Rute 1:5.

Noemi abençoa e despede as noras: Noemi disse às duas noras: “Vão! Voltem para a casa de suas mães! Que o Senhor seja leal com vocês, como vocês foram leais com os falecidos e comigo.O Senhor conceda que cada uma de vocês encontre segurança no lar doutro marido”. Então deu-lhes beijos de despedida. Mas elas começaram a chorar bem alto Rute 1:8-9
Um detalhe interessante que Noemi faz nesse trecho Então Noemi a aconselhou: “Veja, sua concunhada está voltando para o seu povo e para o seu deus. Volte com ela! ” Rute 1:15  A resposta de Rute Rute, porém, respondeu: “Não insistas comigo que te deixe e não mais a acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! Rute 1:16

Executando o direito de respiga:  Noemi tinha um parente por parte do marido. Era um homem rico e influente, pertencia ao clã de Elimeleque e chamava-se Boaz.Rute, disse a Noemi: ” Vou recolher espigas no campo daquele que me permitir”.Então ela foi e começou a recolher espigas atrás dos ceifeiros, conforme a Lei da respiga determinava. Por acaso entrou justamente na parte da plantação que pertencia a Boaz, que era do clã de Elimeleque. Disse então Boaz a Rute: “Ouça bem, minha filha, não vá colher noutra lavoura, nem se afaste daqui. Fique com minhas servas. Preste atenção onde os homens estão ceifando, e vá atrás das moças que vão colher. Darei ordem aos rapazes para que não toquem em você. Quando tiver sede, beba da água dos potes que os rapazes encheram”. Boaz deu estas ordens a seus servos: “Mesmo que ela recolha entre os feixes, não a repreendam! Pelo contrário, quando estiverem colhendo, tirem para ela algumas espigas dos feixes e deixem-nas cair para que ela as recolha, e não a impeçam”. E assim Rute colheu na lavoura até o entardecer. Depois debulhou o que tinha ajuntado: quase uma arroba de cevada ou 15 kilos.

Já o livro “O Desafio de Amar A causa dos orfãos e das viúvas”.  Nesse tópico eu destaco a frase em que diz “eles clamaram a mim” mostra que em certos momentos de escassez e miséria Deus se mostra preocupado com a causa dos pobres e se mostra solicito em atender o clamor deles, vejamos:

“Não maltratem nem oprimam o estrangeiro, pois vocês foram estrangeiros no Egito. “Não prejudiquem as viúvas nem os órfãos; porque se o fizerem, e eles clamarem a mim, eu certamente atenderei ao seu clamor. Com grande ira matarei vocês à espada; suas mulheres ficarão viúvas e seus filhos, órfãos. Êxodo 22:21-24

No Novo Testamento: Jesus  Nos tempos de Jesus não era diferente, muitos passavam fome e o quadro da epoca não era muito bom, eram muitas pessoas enfermo, doentes passando necessidade extrema, alguns estudiosos dizem que o fato de João ter datado o tempo em que o paralitico do tanque de betesda estava há 38 anos mostra o tempo que israel estava em decadência. Bem-aventurados vocês, que agora têm fome, pois serão satisfeitos. Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir.Lucas 6:21

Jesus Confronta os Ricos:  Uma certa vez um moço rico veio até o Mestre e perguntar o que ele deveria fazer pra conquista a vida eterna, Jesus logo lhe respondeu: ”Certo homem importante lhe perguntou: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Lucas 18:18  Você conhece os mandamentos: ‘Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe’”. ”A tudo isso tenho obedecido desde a adolescência”, disse ele.Ao ouvir isso, disse-lhe Jesus: “Falta-lhe ainda uma coisa. Venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois venha e siga-me”.Ouvindo isso, ele ficou triste, porque era muito rico. Vendo-o entristecido, Jesus disse: “Como é difícil aos ricos entrar no Reino de Deus! Lucas 18:20-24  Os primeiros Cristãos.

Hospitalidade – Como já foi comentado que era de costume dos Judeus hospedarem o forasteiro que necessitava de abrigo e assim era oferecido um prato de comida uma lavagem nos pés.

Ajuda – Havia uma preocupação em ser pronto a ajudar sem demora os irmão em necessidades, Paulo percorre por algumas igrejas em Macedônia e Acaia, a fim de levantar ofertas para ajuda-los, vejam:

Naqueles dias alguns profetas desceram de Jerusalém para Antioquia. Um deles, Ágabo, levantou-se e pelo Espírito predisse que uma grande fome sobreviria a todo o mundo romano, o que aconteceu durante o reinado de Cláudio. Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judeia. E o fizeram, enviando suas ofertas aos presbíteros pelas mãos de Barnabé e Saulo. Atos 11:27-30.

Pois a Macedônia e a Acaia tiveram a alegria de contribuir para os pobres dentre os santos de Jerusalém .Eles tiveram prazer nisso, e de fato são devedores a eles. Pois se os gentios participaram das bênçãos espirituais dos judeus, devem também servir aos judeus com seus bens materiais .Assim, depois de completar essa tarefa e de ter a certeza de que eles receberam esse fruto, irei à Espanha e visitarei vocês de passagem. Romanos 15:26-28.

Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia. No meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade. Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além do que podiam. Por iniciativa própria eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos. 2 Coríntios 8:1-4.

O Diaconato: Esse ministério nasceu da necessidade de a igreja de Jerusalém cuidar da mesa das viúvas (At6.1) João Calvino apresenta em suas teses sobre o Protestantismo um aprofundamento ainda maior sobre as Responsabilidades Sociais da Igreja e direciona em seus textos uma das principais funções dos diáconos na igreja, vejamos um pouquinho de historia:

O órgão encarregado do ministério social da Igreja, diz Calvino, é o diaconato . Foi Calvino quem primeiro resgatou esta função bíblica do ofício diaconal. Ele ensinou que os diáconos eram ministros eclesiásticos, encarregados de toda a assistência social da Igreja (Atos 6.1-7), e como tal, deveriam ser eleitos conforme as regras estabelecidas por Paulo em 1 Timóteo 3.8-13. Até hoje em algumas igrejas Reformadas a administração financeira da Igreja e o uso dos recursos para a assistência aos pobres e necessitados é atribuição da junta diaconal. O diaconato, como braço do ministério social da Igreja, se desenvolve em três ações básicas, segundo Calvino:

1) Administração dos bens destinados à comunidade. A igreja recebia recursos para a assistência social de duas fontes: a generosidade dos fiéis nas coletas levantadas para este fim aos domingos, e o tesouro do Estado, através do Conselho de Genebra, que votava verbas para este fim. Estes recursos eram recebidos e administrados pelos diáconos.

2) Distribuição de forma justa e igual entre os necessitados. Os diáconos cuidavam que todos os genuinamente carentes tivessem participação igual nos bens destinados aos pobres. Num ambiente marcado pela opressão social e pelas desigualdades, os diáconos certamente tinham muito trabalho a ser feito, e necessitavam de muita sabedoria para faze-lo.

3) Visitação e cuidado dos doentes. As guerras, a falta de saneamento público, as epidemias, a falta de assistência médica do Estado, e a pobreza, deixavam um saldo enorme de pessoas doentes. O ministério dos diáconos incluía o cuidado para com estas pessoas, utilizando-se quando necessário dos recursos da Igreja. É necessário observar que no pensamento de Calvino o ministério social da Igreja era de apoio ao Estado. Cabia ao governo civil cuidar dos pobres, doentes e necessitados. Mas, como se tratava de uma tarefa de enormes proporções, a Igreja vinha como apoio e auxílio, dando ela mesma assistência social onde necessário.

É digno de nota que havia uma vigilância da parte de Calvino e demais pastores de Genebra contra a má administração pública. Houve inclusive o caso de um funcionário corrupto que foi despedido por influência de Calvino.

Disposição para o cumprimento do Dever. Hoje em dia podemos ver que não só a igreja tem se envolvido em Obras Sociais como diversos setores tanto governamental quanto empresária, nesse tópico vou colocar algumas observações que fiz em relação a esse assunto dentro e fora da Igreja. A responsabilidade Social da Igreja teve seu marco nos tempos de hoje após a reunião que aconteceu em 1974 na cidade de Lausanne na Suíça o Congresso Internacional de Evangelização Mundial que deu origem ao chamado PACTO DE LAUSANNE contendo 15 pontos que reafirmam a fé cristã. Um dos pontos desse documento trata especificamente sobre a Responsabilidade Social da Igreja, leiam:

A Responsabilidade Social Cristã: Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas.

Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto.

A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta. Fonte: http://www.lausanne.org/pt

Responsabilidade Social Corporativa:  Existe também a responsabilidade social corporativa, que é o conjunto de ações que beneficiam a sociedade e as corporações que são tomadas pelas empresas, levando em consideração a economia, educação, meio-ambiente, saúde, transporte, moradia, atividade locais e governo. Geralmente, as organizações criam programas sociais, o que acaba gerando benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários, e da própria população.

Eu anotei alguns trechos da entrevista que o empresário  ODED GRAJEW deu aos site Isto É Dinheiro sobre as responsabilidades sociais das empresas no mundo de hoje. Oded Grajew é um empresário israelense, naturalizado brasileiro, com importante atuação no terceiro setor.

Também pesquise e o livro “Quando Deus Sussurra o Seu Nome” que   Defende a responsabilidade social da empresa e a maior interação entre as empresas e o movimento social.

DINHEIRO – Como uma empresa começa a ser socialmente responsável?

GRAJEW – A responsabilidade social inclui, para começar, o cumprimento das obrigações legais. É o patamar inicial. No fundo, a responsabilidade social nada mais é do que a ética em administrar um negócio. E quando se faz a coisa certa, além de se sentir bem, há benefícios para a empresa. As pessoas trabalham mais motivadas, mais engajadas. Pesquisas mostram que as companhias têm mais lucro e duram mais.

DINHEIRO – Há empresários que se queixam que o governo quer entregar a questão social para o setor privado… GRAJEW – É bom fazer uma ressalva nesse ponto. Aqueles que acham que as empresas vão resolver os problemas sociais não têm ideia de números. Isso não acontece em nenhum país do mundo. O que resolve são as políticas públicas. O que as empresas fazem na área social raramente passa de 1% do que é necessário fazer para resolver os problemas. As ações sociais que as empresas fazem podem ser muito interessantes como laboratórios para políticas públicas, para que os resultados sejam universalizados. Mas a maior contribuição que as empresas podem dar é pressionar politicamente para que haja ações públicas. O setor empresarial tem um enorme peso político. Qualquer presidente de grande empresa tem acesso a presidentes, ministros, deputados… E dou o exemplo dos atentados de 11 de setembro para ilustrar o poder de pressão da sociedade. Houve mobilização de mídia, mobilização financeira, econômica, etc. Muito justo, afinal de contas cerca de 4 mil pessoas foram assassinadas. Agora veja: pelos dados do Unicef, 30 mil crianças abaixo de 5 anos morrem por dia assassinadas pela pobreza. Se você abrir os jornais de hoje, você não encontra uma linha sobre esse assunto. E são 30 mil crianças, mortas por razões absolutamente evitáveis. Os recursos militares, que hoje são mais de US$ 800 bilhões, seria suficiente para resolver toda a pobreza do mundo. Imagina se a mesma mobilização de recursos estivesse voltada para o social, quantas vidas não seriam salvas.

Responsabilidade Social Governamental Os governos também devem prestar contas em relação as responsabilidades sociais de seu povo, como anda a educação básica, o saneamento básico, a qualidade de vida, isso tudo é acompanhado e regulado. A ONU tem acompanhado de perto esse tema e criou o que chamamos de IDH O Índice de Desenvolvimento Humano, é uma medida resumida do progresso a longo prazo em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde. O objetivo da criação do IDH foi o de oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. aqui no Brasil nós chamamos de PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento que por sua vez segue uma lista de metas que são:

1 – Erradicar a extrema pobreza e a fome: O Brasil já cumpriu o objetivo de reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza até 2015: de 25,6% da população em 1990 para 4,8% em 2008. Mesmo assim, 8,9 milhões de brasileiros ainda tinham renda domiciliar inferior a US$ 1,25 por dia até 2008. Para se ter uma ideia do que isso representa em relação ao crescimento populacional do país, em 2008, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza era quase um quinto do observado em 1990 e pouco mais do que um terço do valor de 1995.

2 – Atingir o ensino básico universal: 94,9% das crianças e jovens entre 7 e 14 anos estão matriculados no ensino fundamental. Nas cidades, o percentual chega a 95,1%. O objetivo de universalizar o ensino básico de meninas e meninos foi praticamente alcançado, mas as taxas de frequência ainda são mais baixas entre os mais pobres e as crianças das regiões Norte e Nordeste.

3 – Igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres  

4  – Reduzir a mortalidade na infância: O Brasil reduziu a mortalidade infantil (crianças com menos de um ano) de 47,1 óbitos por mil nascimentos, em 1990, para 19 em 2008. Até 2015, a meta é reduzir esse número para 17,9 óbitos por mil, mas a desigualdade ainda é grande: crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer do que as ricas, e as nascidas de mães negras e indígenas têm maior taxa de mortalidade.

Texto adaptado pelo Rev. Acácio Gonçalves - Tesoureiro do CAS

 

 

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